domingo, 15 de setembro de 2013

A lição de vida de Maria Cristina de Orleans e Bragança 12/07/2013 - 12:41

Mais de 300 pessoas foram até a Livraria Argumento, no Leblon, nessa quinta-feira (11/07) para celebrar uma bonita lição de vida: o lançamento do segundo livro de Maria Cristina de Orleans e Bragança“Siwa e meus companheiros”.
Maria Cristina é autora também de “Carta de Amor”, lançado em 2006. Filha de João de Orleans e Bragança e Stella Leão, ela tem Síndrome de Down. Feliz, a mãe, que é militante da inclusão social, declarou: “O mundo pertence a ela também”.
Em seu livro – Siwa é o nome de sua cachorrinha -, Maria Cristina fala sobre “travessuras, responsabilidades compartilhadas, chegadas e partidas, e mútuo aprendizado”. A escritora conta: “Para escrever a história de meus bichos queridos, fui pensando e lembrando de cada um deles. Mesmo que muitos já tenham morrido, as lembranças foram boas pelos momentos agradáveis que tivemos. Meus cachorros fizeram felizes muitas pessoas e a mim, também”.
Em poucas horas, Maria Cristina autografou mais de 350 exemplares. Veja as fotos na Galeria.
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Enviado por: Redação

Canções de Ninar Para o Bebê Nanar

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Cão ajuda mãe a descobrir que babá maltratava filho de sete meses

Cão ajuda mãe a descobrir que babá maltratava filho de sete meses

Animal se comportava de forma agressiva quando a funcionária chegava perto do bebê

por Globo Rural On-Line

Editora Globo
Foto: Reprodução/Facebook Hope Jordan
Hope Jordan percebeu que havia algo estranho entre a relação do filho e de seu cão de estimação com a babá que havia contratado para cuidar da criança e da casa.

A americana, que vive em Charleston, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, notou que toda vez que Alexis Khan, de 22 anos, chegava perto do garotinho de apenas sete meses, o cachorro ficava agressivo.

Killian, como é chamado o animal, latia e rosnava para a mulher.
Editora Globo
Foto: Reprodução/Facebook Hope Jordan
Hope, então, comentou sobre tudo o que havia notado com Benjamin, seu marido. Ele sugeriu que um telefone celularfosse instalado como gravador na sala da casa para que registrasse a interação da babá com o bebê e o cachorro quando eles estivessem fora de casa.

Para surpresa do casal, o iPhone deixado sobre o sofá capturou gritos da mulher com o menino, que chorava desesperadamente. Latidos de cão também podem ser ouvidos na gravação.

Tensos com a situação, os pais procuraram a polícia local. A babá, que trabalhava com a família há cinco meses, foi condenada a três anos de prisão. Uma foto de Alexis foi divulgada pela polícia:
Editora Globo
Foto: Divulgação/Charleston County Sheriff's Office

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Gisele Bündchen e a 'polêmica' de se colocar brinco em bebês



Modelo foi criticada nos EUA por ter furado a orelha da filhinha de oito meses. É para tanto?

Por Mariana Della Barba 22 horas atrás
Na semana passada, Gisele Bündchen publicou uma foto da sua filha fofa e acabou criando uma polêmica lá nos Estados Unidos, onde mora. 

Tudo porque a Vivian Lake, que tem oito meses, aparecia com um brinquinho na orelha. A foto abriu um debate em sites e programas de TV, justamente porque entre os americanos não é tão comum furar a orelha de bebês, como acontece por aqui. 

A grande maioria dos comentários no Instagram da modelo apoiava a decisão de Gisele. Muitos explicavam que furar a orelha de bebês pequenininhas é algo cultural, uma tradição no Brasil. Aliás, não só por aqui - muitas pessoas de outras nacionalidades diziam que esse também era um hábito comum em seus países. 

No entanto, alguns comentários eram bem críticos, como esse que traduzo aqui: "É ok quando menininhas querem furar a orelha. Mas bebezinhos não veem as próprias orelhas, só as mães delas veem. Essa bebê não é fofa o suficiente sem os brincos? Eu realmente não entendo isso..."

Bom, por aqui, acho que a maioria dos pais faz como a Gisele e fura a orelha de suas filhinhas quando ainda são bebezinhas, não?

Pelo menos, foi assim com as três meninas aqui do blog. Eu furei a da Liz quando ela tinha cerca de três meses. Chamei uma enfermeira indicada pela pediatra para vir em casa, ela passou um pouco de anestésico tópico na orelhina dela e pronto. A Ana também chamou uma enfermeira - que era da maternidade - para furar a da Bia quando ela tinha 5 dias. O mesmo aconteceu com a Adri, que, assim como eu, deixou o marido com a tarefa de segurar a Bruna para a enfermeira furar. 

Muitos dizem que quanto mais nova melhor, porque dói menos. Eu também acho que as chances de infeccionar o furo não são absurdas, já que não lembro de histórias em que isso tenha ocorrido. 

A única coisa que eu queria, no caso da Liz, é que um acupunturista marcasse o local que deveria ir o brinco, para que o furo não fosse feito exatamente em algum ponto importante da orelha. Mas confesso que não encontrei ninguém que fizesse isso. 

Mais de um ano depois de seu micro choro ao ter a orelha furada, Liz está aqui, ainda mais fofa de brinquinho, assim como a Vivian. De verdade, fico pensando no desperdício de energia que é ficar criticando outros pais por algo tão simples quanto um furinho na orelha. Dizer que a Gisele é uma mãe ruim por causa disso?! Faça-me o favor...

Porque tudo o que eu vejo nessa foto é um grande amor entre mãe e filha. 
Aliás, minto. Vejo também um colarzinho, que apesar de veículos americanos terem dito que era de ouro, eu acredito ser de âmbar. Esse colar é muito usado para aliviar a dor e a chateação dos bebês quando os dentes estão nascendo. Mas isso é assunto para outro post :)

Agora, que tal dizer como foi com a sua filha? Ela teve as orelhinhas furadas ainda bebê? Como foi?

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nariz entupido do bebê: saiba como fazer a limpeza nasal







Ve j a   a   m e l  h o r   f o r m a   d e   l  i m p a r   o   n a r  i z   d a s   c r  i a n ç a s   s e m   m a c h u c á - l a s


POR NATHALIE AYRES - PUBLICADO EM 22/05/2013





O tempo seco e problemas respiratórios maltratam o nariz dos bebês, principalmente nos meses do outono e do inverno. E cabe aos pais fazer a higienização correta para que a criança não sofra com o famoso nariz entupido. "A higiene nasal é importante para facilitar a drenagem das secreções, eliminar partículas e até mesmo agentes infecciosos que podem se acumular nas vias aéreas superiores, agindo na prevenção das rinossinusites agudas e crônicas", explica Alessandra Miramontes, pediatra, imunologista e alergista do Hospital Infantil Sabará.

O clima influencia muito nisso. "Em localidades e ocasiões em que o ar é poluído, assim como em ambientes muito secos, a hidratação se faz necessária, evitando alergias e infecções das vias respiratórias", alerta o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da MBA Pediatria.

Mas como a criança tem todas as suas estruturas delicadas, é preciso tomar o máximo de cuidado ao higienizar essa região e é normal que surjam dúvidas sobre quando e como fazer isso. Os especialistas respondem as principais questões para fazer o procedimento da forma correta. 
  • Mãe mexendo no nariz do bebê - Foto: Getty Images
  • Pai mexendo no nariz do bebê - Foto: Getty Images
  • Nariz do bebê - Foto: Getty Images
  • Haste flexível para limpar o nariz - Foto: Getty Images
  • Aspirador nasal no bebê - Foto: Getty Images
  • Aspirador nasal - Foto: Getty Images
  • Criança espirrando - Foto: Getty Images
DE 7
Mãe mexendo no nariz do bebê - Foto: Getty Images

A partir de que idade essa limpeza deve ser feita?

Não há idade certa para fazer a lavagem. Aliás, o ideal é fazer desde sempre! "Brinco com meus pacientes, dizendo-lhes que o filho já deveria nascer com um frasco de soro nasal nas mãos", descontrai o pediatra Sylvio Renan. Ele explica que bebês e idosos são os que mais sofrem quando o tempo fica seco e por isso é importante que essa higienização seja feita desde que as crianças são bem pequenas. 
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