quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Recém-nascidos que convivem com cachorros adoecem menos


Bebês que tinham cachorros ou gatos tiveram menos infecções no ouvido, entupimento de nariz e tosse.
Getty ImagesCães levam sujeira e germes para dentro de casa, amadurecendo mais rapidamente o sistema imunológico das crianças
Quando o bebê está para nascer, um dos conselhos que as mamães mais escutam se possuem cães em casa é para manter o animal afastado da criança. Mas um estudo realizado pelo Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia, revelou que os cachorros podem beneficiar muito os bebês, aumentando a imunidade das crianças contra problemas respiratórios e infecções.
A pesquisa foi realizada com 397 crianças nascidas no hospital entre setembro de 2002 e maio de 2005 durante seus primeiros anos de vida. Constatou-se que os bebês que tinham cachorros ou gatos tiveram menos infecções no ouvido, entupimento de nariz e tosse. E também precisaram de menos antibióticos.
A razão para isso é que os cães levam sujeira e germes para dentro de casa, amadurecendo mais rapidamente o sistema imunológico e aumentando o sistema de defesa das crianças.
Crianças sem contato cachorro em casa eram saudáveis em 65% do tempo em comparação com 76% daquelas que tinham um animal de estimação. Bebês que convivem com cães tinham 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos necessidade de usar antibióticos.
Crianças que passam de 0 a 6 horas diariamente com um cachorro têm menos chances de ficarem doentes. 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

É ACEITÁVEL FAZER XIXI NA CAMA ATÉ OS 5 ANOS, EXPLICA MÉDICO


Todas as noites a história se repete: fralda incomodando, colchão molhado, mau cheiro, criança chorando… É difícil para os pais lidarem com os filhos que fazem xixi na cama. O ato, chamado enurese noturna, é comum até pelo menos os cinco anos. Mas educá-los para que isso não aconteça demanda tempo e paciência.

O pediatra Felipe Moliterno, professor de Pediatria da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase) explica que não há uma “receita de bolo”. A criança deve ser estimulada e encorajada a ter responsabilidade pelo seu próprio aprendizado e treinamento. “Normalmente, ela deve conseguir, por exemplo, reconhecer que está com vontade de urinar, saber falar para os responsáveis que precisa urinar e conseguir retirar uma peça de roupa sem auxílio de outra pessoa. Essas habilidades são adquiridas em uma faixa etária variável, mas de acordo com estudos, a idade média de retirada de fraldas situa-se por volta dos três anos. Já para o xixi na cama, admite-se que o limite seja de cinco anos, pois, nesta idade, a maturidade de controle da micção pela bexiga já deve ter sido adquirida”, esclarece.

O ato de fazer xixi na cama pode ocorrer por fatores genéticos; condições ambientais (treinamento inadequado, distúrbios psicológicos) ou por redução da capacidade funcional da bexiga, alterações hormonais e alterações do sono. E cada caso deve ser sempre individualizado.

Para que não faça mais xixi na cama, a criança deve ser ensinada e treinada para ter o controle da micção. Existem métodos diferentes e cabe ao pediatra, à escola (caso a criança frequente a creche ou maternal) e à família estabelecerem uma estratégia conjunta para que este treinamento seja bem sucedido. Mas, muitas vezes, mesmo já adaptada sem a fralda durante o dia, a criança não consegue controlar o xixi noturno.

Uma dica do pediatra é reduzir a ingestão de líquidos à noite e estimular a micção antes de deitar. Pode-se tentar estabelecer o hábito de acordar durante a madrugada para ir ao banheiro mas não é uma regra. “O uso de fraldas deve ser desestimulado e os pais devem sempre dar apoio emocional e reforço positivo, como, por exemplo, anotando e elogiando as noites secas ou a redução da frequência. E deve-se evitar punições em noites molhadas ou em qualquer situação”, afirma.



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

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MEU FILHO NÃO DORME!

O sono é uma das nossas funções fisiológicas mais frágeis. Por isso, ele é facilmente prejudicado quando algo perturba a criança. “Mudanças na rotina, assim como problemas de saúde ou excesso de barulho e agitação, podem deixar o pequeno alerta, com dificuldades para dormir”, conta a psicóloga Carmen Alcântara, membro do Grupo de Pesquisa Avançada em Medicina do Sono da Universidade de São Paulo.

Para o pediatra Moisés Chencinski, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, na maior parte das vezes, os pequenos não dormem bem por culpa ou omissão dos pais. “É preciso colocar uma regra desde cedo: acostume seu filho a se deitar todos os dias no mesmo horário, dormir com a luz apagada e sem a presença dos pais”, diz ele. Porém, mesmo com uma rotina adequada, algumas crianças não conseguem engatar um sono tranquilo. “A insônia infantil pode começar após os 2 meses de vida e se caracteriza tanto pela dificuldade em dormir quanto pelo despertar no meio da noite. Se o problema persistir por mais de três semanas, é preciso procurar orientação profissional”, avisa a psicóloga.

Dormir bem é essencial
A criança que não dorme direito sente-se cansada e indisposta durante o dia, pode ter alterações de humor e apetite, além de desatenção nas atividades escolares. “Enquanto dorme, ela consolida a memória e fixa o que aprendeu durante o dia. E como o pico do hormônio GH (do crescimento) é noturno, se ela não tem um bom sono por um tempo prolongado, isso pode acarretar problemas de crescimento”, conta Moisés.

A saída para o problema
Depois de muitas noites em claro, os pais ficam exaustos e desesperados, sem saber como agir. “O ideal é consultar o pediatra para descartar possíveis causas físicas. Depois, é preciso observar se o ambiente é adequado ao sono da criança, verificando se há barulhos excessivos, por exemplo”, ensina Carmen. Mas se ainda assim a insônia persistir, é hora de procurar a ajuda de um psicólogo para identificar as possíveis causas, como medos e tensões no ambiente familiar. “O profissional poderá avaliar, inclusive, se as fantasias infantis – próprias da fase de desenvolvimento – estão afetando o sono da criança”, afirma a psicóloga.

Para um soninho gostoso
Estabeleça um horário para dormir, que deve ser respeitado mesmo fora de casa.

Incentive seu filho a escolher um objeto ou boneco que será seu companheiro durante o sono, por exemplo, um ursinho. O objeto pode deixá-lo mais seguro durante a noite.

“Estabeleça uma rotina tranquila na hora de dormir”, aconselha Carmen. Sempre que possível, conte histórias agradáveis para ajudar a criança a relaxar. E não deixe que ela assista a programas agitados, para que não sinta medo quando for para a cama.

De dia, mesmo durante o cochilo diurno, mantenha a janela do quarto aberta. Assim, desde cedo, o bebê aprende a diferenciar o dia da noite.

Evite deitar com a criança para fazê-la dormir, pois, dessa forma, ela pode adquirir o hábito de só ir para a cama com um adulto ao seu lado.

Se o seu filho for para a sua cama durante a noite, verifique se ele está doente ou se teve um pesadelo. Caso não haja qualquer problema, leve-o de volta para dormir na própria cama.

 Contato Unilever 
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Agressão: como lidar com mordidas, tapas, chutes e outros

Escrito para o BabyCenter Brasil
O comportamento agressivo faz parte do desenvolvimento normal de uma criança pequena. Pontapés, tapas e socos acabam sendo uma alternativa quando ela ainda não consegue se comunicar bem e tem uma imensa vontade de se tornar independente -- e pouco controle sobre os impulsos. 

Mas não é porque socos e mordidas são comuns que devam ser ignorados ou aceitos. Mostre a seu filho que agredir os outros não é algo admissível e ensine outros jeitos de ele expressar sua irritação. Veja algumas dicas para deixar a criança menos agressiva: 

Use a lógica nas suas atitudes 

Se seu filho estiver brincando na piscina de bolinhas e começar a atirar as bolinhas nas outras crianças, tire-o de lá. Sente-se com ele, mostre as outras crianças se divertindo e explique que ele poderá voltar lá quando se sentir pronto para brincar sem machucá-las. 

Evite "raciocinar" com seu filho usando perguntas como: "Como você se sentiria se outra criança jogasse uma bola em você?". Crianças pequenas não conseguem se imaginar no lugar de outra ou mudar de comportamento baseado nesse tipo de conversa. Mas elas entendem direitinho quando uma atitude gera consequências negativas. 

Mantenha a calma 

Gritar, bater ou dizer ao seu filho que ele é "feio" não o fará mudar de atitude -- você só o deixará mais irritado. Além disso, para que ele possa aprender a controlar sua raiva, o primeiro passo é ver os adultos que usa como modelo fazendo isso, e nesse caso o exemplo é você. 

Imponha limites claros 

Não espere seu filho bater no irmãozinho pela terceira vez para só então dizer: "Agora chega!". Ele deve saber que fez algo errado já na primeira vez. Tire-o da situação em que está por um ou dois minutos -- é o melhor jeito de fazê-lo se acalmar. 

Depois de um tempo, ele vai acabar relacionando o mau comportamento com a consequência ruim, e aí vai entender que, se morder ou bater, acaba perdendo a farra e o melhor da festa. 

Discipline-o o tempo todo do mesmo jeito 

Tanto quanto possível, aplique o mesmo tipo de bronca quando ele repetir o mesmo comportamento errado. Se ele mordeu o irmão e essa não tiver sido a primeira vez, diga: "Você mordeu o João de novo -- isso quer dizer que vai ficar de castigo outra vez". 

Seu filho vai perceber esse padrão e, em algum momento, se tudo der certo, vai compreender que sempre que se comporta mal recebe um castigo ou uma bronca. 

Mesmo em público, não deixe a vergonha ou o constrangimento impedirem você de reprovar o mau comportamento. Outros pais já passaram por isso -- e, se as pessoas ficarem olhando, não dê muita atenção. Diga algo como: "Esta fase dos 2 anos é fogo!", e então aplique a disciplina como sempre faz em casa. 

Ajude seu filho a se expressar de outra maneira 

Espere até seu filho se acalmar e converse -- com tranquilidade -- sobre o que aconteceu. Peça para ele explicar o que o fez ficar tão bravo. Diga que é natural sentir-se bravo, mas que não é legal demonstrar isso chutando, batendo ou mordendo. Encoraje-o a achar um jeito melhor de reagir -- como pedir ajuda a um adulto ou falando o que está sentindo ("Pedro, você está me deixando bravo!"). 

Às vezes, a impulsividade da infância fala mais alto, mas faça seu filho entender que ele precisa pedir desculpas depois de agredir alguém. Ele pode fazer isso sem muita sinceridade no começo, mas a lição vai ficar, e ele acabará criando o hábito de pedir desculpas quando machucar alguém. 

Elogie o bom comportamento 

Em vez de falar com seu filho só quando ele se comporta mal, dê atenção também quando ele agir corretamente. Por exemplo, se ele pedir para o amigo para brincar no balanço, em vez de empurrá-lo, diga: "Que legal que você pediu!". 

Os elogios ao bom comportamento ajudam a criança a distinguir o que é aceitável ou não, e a estimula a correr atrás de mais elogios e atenção por esse "bom caminho". 

Limite o tempo de TV 

Desenhos e outros programas para crianças podem vir recheados de gritos, ameaças, empurrões, chutes, cenas cínicas e até atos de sadismo. Tente ficar de olho no que seu filho está assistindo, particularmente se ele tem tendência a ser agressivo. Veja TV com ele e converse sobre o que está se passando, dizendo, por exemplo: "Não foi um jeito legal de ele conseguir o que ele queria, não é mesmo?". 

Obs: A Academia Americana de Pediatria recomenda que menores de 2 anos não vejam TV. Leia nosso artigo sobre o assunto. 

Providencie atividades físicas 

Você pode descobrir que seu filho vira um terror se não tiver como queimar energia. Se ele é bastante ativo, dê-lhe bastante tempo livre, de preferência ao ar livre. Não precisa ser nada muito estruturado: dê espaço a ele que certamente ele vai correr! 

Com a ajuda de uma bola, então, tudo se resolve. A atividade física deve deixar seu filho mais calmo, além de proporcionar um sono de melhor qualidade. 

Não tenha medo de procurar ajuda 

Às vezes a agressividade de uma criança pede mais intervenção do que um pai consegue dar. Se seu filho passa mais tempo sendo agressivo do que calmo, se ele parece assustar ou aborrecer outras crianças, ou se você não consegue melhorar o comportamento dele, por mais que faça, converse com o pediatra, que pode recomendar um psicólogo ou especialista. Juntos, vocês podem ajudar a criança. 

Ela ainda á novinha, e com paciência e criatividade, há chances de essa agressividade virar uma coisa do passado. 

Leia nosso artigo sobre o que fazer quando a criança bate nos pais. 

Meu filhinho nem tem 2 anos e vive batendo em mim. O que fazer? Isso é normal? Vai passar?

Escrito para o BabyCenter Brasil

A equipe do BabyCenter responde:

Seu filho tem o direito de usar o corpo para expressar o que está sentindo. Mas isso não quer dizer que ele possa machucar os outros. Mesmo que você seja uma mãe calma, ou um pai bonzinho, que normalmente deixa outros tipos de mau comportamento passarem em branco, bater em você tem de se absolutamente proibido. 

Isso não quer dizer que você deva bater de volta. Essa atitude só ensinaria a ele que a agressão é algo aceitável, e faria do ato de bater uma referência para a vida dele. Em vez disso, segure as mãos dele e diga que você sabe que ele está bravo, mas que não se bate nas pessoas, porque machuca. Se você perceber que ele vai bater em você, segure-o antes e diga "não" com firmeza. 

Alguns especialistas sugerem que os pais deixem o filho extravasar a raiva batendo em alguma coisa que não machuque, como uma almofada. Mas é preciso tomar cuidado, porque a criança pode achar que bater numa pessoa, assim como ela faz com a almofada, é uma alternativa válida. 

Quando seu filho for agressivo, faça com que ele perceba que não é a raiva dele que você desaprova, mas sim o jeito como ele a demonstra, com violência. Não diga para ele não ficar bravo, ou para não mostrar que está nervoso. Diga que sabe que ele está zangado, mas mostre que é melhor ele falar, usar as palavras, para explicar o que o deixou tão irritado. E ajude-o a tentar resolver a situação. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

JARDIM DE INFÂNCIA

Jardim de infância é um termo criado pelo alemão Friedrich Froebel (1782-1852), que foi um dos primeiros educadores a se preocupar com a educação de crianças. Na tentativa de criar um espaço singular para que um tipo especial de educação fosse realizado, por algum tempo pensou em uma palavra que pudesse explicar esse espaço, denominado por ele Kindergarten, ou "Jardim de infância" em português.

Brasil

As primeiras instituições brasileiras de atendimento às crianças de zero a seis anos surgiram ainda no Império com intuito de amparar as que eram abandonadas nas ruas das cidades, como os orfanatos, os asilos para pobres e a Santa Casa de Misericórdia, com sua roda dos expostos. Mas foi o desenvolvimento da medicina e da microbiologia - e a viabilização da amamentação artificial – que possibilitou amparar essas crianças sem os alarmantes índices de doenças e de mortalidade da época. Um dos pioneiros nessa experiência no exterior foi o médico Friedrich Froebel – Idealizador dos Jardins de Infância. Essa ideia chega ao Brasil na década de 1870, com divulgação no jornal do médico Carlos Costa, e é aplicada na sala de jardim de infância aberta ao lado de uma igreja protestante americana instalada em São Paulo. A iniciativa inspirou duas outras: uma no colégio Menezes Vieira (Rio de Janeiro/1875) e no Caetano de Campos (São Paulo/1896), que adaptou a pedagogia de Froebel para a realidade brasileira. Em 1924, já eram 47 as instituições entre creches e jardins de infância pelo Brasil, principalmente nas capitais. A partir daí, muitas creches são instaladas para atender aos filhos dos operários, sempre ligadas à Assistência Social, embora houvesse, em muitos casos, profissionais da área pedagógica orientando seu funcionamento. A partir de 1980 a sociedade passa a discutir a possibilidade de inclusão das pré-escolas na Educação Básica, intenção concretizada na Constituição de 1988. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, ratifica essa decisão, enfatizando que a Educação é um direito da criança e que deve, portanto, ser universal.

Relações na Educação Infantil

É necessário olhar mas afundo as relações na educação infantil nela podemos observar a interatividade, o lúdico, e a transposição do imaginário para o real (Fantasia do real).
Interatividade, mostra o mundo da criança é muito mais heterogêneo, pois ela esta em contato com várias realidades diferentes, das quais vai apreendendo valores e estrategias que contribuem para a formação da sua identidade pessoal e social.Estas construções que a criança vai realizando é a partir do contato com a família e com os colegas, é no espaço que compartilha com o outro que ela vai se descobrindo e organizando a forma de pensar e agir. A convivência com o outro faz com que ela realize atividades e rotinas, permite representar fantasias e cenas do cotidiano, que funcionam como terapias para lidar com a experiências negativas, a partilha de tempos, ações, representações e emoções é necessaria para um mais perfeito entendimento do mundo e faz parte do processo de crescimento.
As crianças, quando crescem, deixam o seu legado, sob a forma de brincadeiras que praticam com os mais novos ou que estes observam e reproduzem.
Lucidade, constitui um traço fundamental das culturas infantis. Se a cultura lúdica constitui lgo central à própria ideia da infância, desde há séculos, importa considerar o relevo que esta faceta tem no mercado de produtos culturais para a infância. Com o efeito os brinquedos tradicionais vem caindo em desuso, substituindos pelos brinquedos industrializados, que acaba por privar as crianças de uma melhor interação com o outro, uma criação e imaginação sobre a brincadeira, e assim acaba se tornando algo que uniformizado e modando as crianças.
fantasia do Real, este é o mundo faz de conta, neste espaço é onde a criança expressa sua visão do mundo e da atribuição de significado as coisas, sendo a transposição do real e de imediato a reconstrução criativa pelo imaginário. Onde ela brinça criando uma história com situações, lugares, personagens e eventos que acontecem em seu cotidiano.
As crianças que tem a oportunidade de entrar no jardim de infância tem seus horizontes ampliados, podendo absolver mais significações do mundo, uma maior interação com o outro e oportunidade de criação e espaço para a imaginação aflorar. Amplia-se o espaço de desenvolvimento, conhecimento e autonomia.

Portugal

Em Portugal, um jardim de infância consiste num espaço destinado ao cuidado e acompanhamento pedagógico de crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos, sendo também denominado por pré-primário ou pré-escolar.
Ministério da Educação de Portugal é a entidade reguladora e ficalizadora desta valência.
A valência de jardim de infância encontra-se geralmente associada a infantárioscolégios e externatos.

Ministério da Saúde inclui duas novas vacinas


A partir do segundo semestre de 2012, o Ministério da Saúde vai ampliar o calendário de vacinação das crianças e terá duas novas vacinas: uma contra a pólio, que será injetável e outra pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças.
Verificar no Cartão da Criança se ela está com as vacinas completas para a sua idade, é uma das atividades realizadas pelos Líderes da Pastoral da Criança nas comunidades acompanhadas. Líder, você pode, junto com as famílias, participar do Conselho Municipal de Saúde e exigir das autoridades do seu município mantenham serviços de saúde de qualidade para as crianças e suas famílias.  

É importante informar as famílias e os pais que o bebê nasce com poucas defesas contra algumas doenças . Por isso, elas precisam da proteção das vacinas.No Cartão da Criança estão registradas as vacinas que o bebê deve receber, seja no hospital ou nas unidades de saúde. Esta é a única forma de proteger o bebê contra várias doenças, sendo este um direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Essa nova dose contra poliomilite, chamada Vacina Inativada Poliomielite (VIP), será injetável e entrará no calendário de rotina em paralelo com a campanha nacional de imunização - que é realizada com as duas gotinhas da vacina oral. A versão injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação. A VIP foca crianças dos dois e aos quatro meses de idade enquanto a vacina oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.
A vacina pentavalente terá uma só dose para garantir proteção contra cinco doenças - difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B. Ela vai substituir a imunização atual, que ainda é feita com duas vacinas separadas. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.
Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatibe B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.
A vacinação de rotina realizada pelo  serviço de saúde, bem como as campanhas, são fatores que influenciam na redução da mortalidade infantil. Por isso, toda criança deve ser vacinada, mesmo que já tenha recebido todas as vacinas de rotina, pois elas só protegem das doenças se a criança  tomar todas as doses, inclusive as de reforço. A   imunização é um importante exemplo de intervenção que envolve a família, a comunidade e os serviços de saúde,  influenciando diretamente no desenvolvimento infantil, garantindo que a criança fique livre de doenças perigosas, mesmo que esteja exposta a ambientes que tragam risco a sua saúde. Se a criança receber todas as vacinas recomendadas para cada período de sua vida, ela terá  melhores condições para se desenvolver de forma saudável, protegida de  algumas doenças que podem ser facilmente prevenidas pela imunização.
Mudanças no calendário
As campanhas anuais contra poliomielite serão modificadas a partir de 2012, seguindo as novidades na vacinação. Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de vacina Vacina oral poliomielite (VOP), independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa - que ocorrerá em agosto -  todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. Todas as cadernetas serão avaliadas para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros. 
A inclusão da vacina pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina tretavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b) com a vacina contra a hepatite B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan.

Fonte: Pastoral da Criança e Jornal O Estado de São Paulo